Início » Tratamentos » Aneurisma de Artéria Esplênica
O aneurisma de artéria esplênica é o aneurisma visceral mais comum, caracterizado pela dilatação anormal da artéria que irriga o baço. Apesar de muitas vezes assintomático, pode representar risco importante à saúde, especialmente pelo potencial de ruptura, que pode levar a hemorragia grave e emergência médica.
O manejo adequado exige avaliação especializada, conhecimento profundo da anatomia vascular abdominal e domínio das técnicas modernas de tratamento endovascular, hoje amplamente utilizadas com excelentes resultados.
Trata-se de uma dilatação localizada da artéria esplênica, geralmente causada pelo enfraquecimento da parede arterial. Pode ocorrer em diferentes segmentos da artéria e variar de tamanho e forma.
Na maioria dos casos, é diagnosticado de forma incidental, durante exames de imagem realizados por outros motivos.
Embora muitos aneurismas esplênicos sejam assintomáticos, o principal risco é a ruptura, que pode causar:
O risco de ruptura é maior em:
Por isso, a decisão entre acompanhar ou tratar deve ser feita com critério técnico, embasado cientificamente e experiência.
Embora muitos aneurismas esplênicos sejam assintomáticos, o principal risco é a ruptura, que pode causar:
O risco de ruptura é maior em:
Por isso, a decisão entre acompanhar ou tratar deve ser feita com critério técnico, embasado cientificamente e experiência.
O aneurisma de artéria esplênica pode estar associado a:
Cada paciente deve ser avaliado individualmente para identificação dos fatores de risco envolvidos.
Na maioria das vezes, o aneurisma esplênico é assintomático. Quando presente, os sintomas podem incluir:
Em casos de ruptura, os sintomas são súbitos e intensos, caracterizando uma emergência médica.
O diagnóstico é realizado por meio de exames de imagem, que permitem avaliar o tamanho, a localização e as características do aneurisma:
Ultrassom com Doppler – exame inicial e acompanhamento
Angiotomografia (angio-TC) – exame de escolha para planejamento terapêutico
Angiorressonância – alternativa em casos selecionados
Arteriografia – exame diagnóstico e terapêutico em situações específicas
A correta interpretação desses exames é fundamental para definir a conduta mais segura.
Nem todo aneurisma esplênico exige tratamento imediato. A decisão entre acompanhamento clínico e intervenção cirúrgica deve ser individualizada, considerando o risco de ruptura e o perfil do paciente.
De forma geral, o tratamento é indicado nas seguintes situações:
Esses critérios reforçam a importância do seguimento especializado, mesmo em pacientes assintomáticos.
Após o tratamento, é fundamental realizar:
O objetivo é garantir a exclusão completa do aneurisma e prevenir novas alterações vasculares.
O tratamento de aneurismas de artéria esplênica exige experiência específica em doenças vasculares complexas.
Nesta clínica, o cuidado é conduzido por cirurgiã vascular e endovascular com Pós-Doutorado na área de aneurismas viscerais, com atuação focada em técnicas endovasculares e minimamente invasivas, aliando ciência, tecnologia e planejamento individualizado.
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